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Como (e onde) os hackers atacaram em 2016

Confira a resposta vinda de estudo passado com exclusividade a este blog pela empresa americana Fortinet.

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A empresa de segurança digital americana Fortinet, sediada no Vale do Silício, realizou um levantamento sobre como se configuraram os ataques de hackers em 2016, além de previsões para 2017. Os resultados acerca do cenário brasileiro, um dos quais os cybercriminosos são mais ativos, foram compartilhados com este blog, com exclusividade. O material bruto é bem técnico – e, em muitas partes, interessa menos ao leitor leigo no assunto. Contudo, há conclusões importantes que ajudam a todos a ficar mais atento ao navegar pela internet.

A começar, revelou-se que 85% do tráfego dos ataques de hackers tinham como alvo os dispositivos da linha nomeada como “internet das coisas”. Em resumo, é tudo aquilo que pode ser conectado à rede, mas que não se trata do computador de sua mesa. Hoje, nessa categoria estão incluídos roteadores (uma das “vítimas” preferidas dos criminosos virtuais), relógios smart, geladeiras smart, sistemas smart de carro. Ou seja, aqueles gadgets que têm smart no nome. O que isso indica a todos os usuários? É preciso se proteger dos hackers não só no tradicional PC de sua casa.

Falando nisso, destacam-se na lista também smartphones. Quem aqui já baixou um antivírus no celular? Não muitos, aposto. Logo, tá aí a dica. Nesses aparelhos, um dos principais métodos de invasão utilizados são os chamados botnets. São softwares que controlam remotamente várias funções do smartphone. Com isso, os criminosos podem, por exemplo, conseguir acesso a suas senhas (de e-mail, do Facebook…).

Para 2017, duas previsões relevantes. Primeiro, uma que dá medo: as tecnologias avançadas de inteligência artificial estão chegando ao mundo dos hackers. O que isso significa? Que um bot, por exemplo, que conseguiu acesso a um computador poderá, com o tempo, aprender sozinho a driblar novas técnicas de segurança instaladas posteriormente na mesma máquina. Já o segundo prognóstico é mais animador para os usuários, mas não tanto para as empresas do ramo. A Fortinet aposta que as fabricantes dos dispositivos de internet das coisas deverão ser diretamente responsabilizadas (inclusive, judicialmente) pelas invasões de hackers.

Para entender como esse crime não é “pouca coisa”, vale ressaltar que se trata de um mercado ilegal que já movimenta 1 trilhão de dólares em todo o mundo – até 2019, esse número de dobrar.

redetvFonte: Revista Veja

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